Mais vale tarde do que nunca
O Presidente da República, no congresso dos Juízes que está a decorrer no Algarve, certeiramente, pôs os pontos nos "iis" quanto ao disparate que tem sido a actuação do governo no sector da justiça.
Foi bom ouvir uma voz sensata - que nesta fase da sua vida não precisa de fazer populismo nem demagocia, nem precisa de ter "ódios de estimação"-, falar com serenidade, mas com vemência, sobre a falta de condições dos tribunais, a falta de dignidade de alguns espaços, do excesso de serviço, do problema das férias judiciais, da justificação para a existência do sub-sistema de saúde, etc, etc.
Há muito que se esperava que alguém, com sentido de Estado e de cidadania, viesse em defesa do orgão de soberania Tribunais e de quantos lá trabalham.
Tardou e custou, mas mais vale tarde que nunca.
Devemos exultar pela noite de insónia que as palavras do PR irão causar em alguns políticos e fazedores da opinião publicada.
Parabéns Senhor Presidente da República.
Infelizmente outra conclusão se pode retirar: no nosso país, não abundam responsáveis políticos que, em vez de optarem pelo discurso fácil e populista, previligiem o prestígio dos orgãos de Estado.
Se não, já se teriam pronunciado, com a mesma serenidade, mas também com a mesma sensatez e firmeza.
Não é senhores candidatos a PR?
Foi bom ouvir uma voz sensata - que nesta fase da sua vida não precisa de fazer populismo nem demagocia, nem precisa de ter "ódios de estimação"-, falar com serenidade, mas com vemência, sobre a falta de condições dos tribunais, a falta de dignidade de alguns espaços, do excesso de serviço, do problema das férias judiciais, da justificação para a existência do sub-sistema de saúde, etc, etc.
Há muito que se esperava que alguém, com sentido de Estado e de cidadania, viesse em defesa do orgão de soberania Tribunais e de quantos lá trabalham.
Tardou e custou, mas mais vale tarde que nunca.
Devemos exultar pela noite de insónia que as palavras do PR irão causar em alguns políticos e fazedores da opinião publicada.
Parabéns Senhor Presidente da República.
Infelizmente outra conclusão se pode retirar: no nosso país, não abundam responsáveis políticos que, em vez de optarem pelo discurso fácil e populista, previligiem o prestígio dos orgãos de Estado.
Se não, já se teriam pronunciado, com a mesma serenidade, mas também com a mesma sensatez e firmeza.
Não é senhores candidatos a PR?
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